Bem vindos ao inferno.

Aqui é o lugar do macabro, dois autores escrevem o que vêm a sua mente monstruosa e não economizam bizarrices e absurdos. Leiam, se divirtam, fiquem assustados, chocados, e não durmam de noite ou poderão sonhar com Belzebu
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terça-feira, agosto 17, 2010

Devia estar em seu lugar

Ei você, eu te conheço, eu sei quem você é, sei do seu passado, com quem anda, o que foi fazer hoje, sei de tudo, eu te acompanho desde quando você era uma criança e eu a odiava, fui eu quem te observava de longe seus primeiros passos, torcendo para que você caísse, fiquei ao seu lado no primeiro dia de aula, querendo que os outros zombasse de você, te chamassem de estranho(a) ou gordo(a) ou lerdo(a).

Lembra-se dos presentes de natal que na infância você adorava receber, eu me contorcia de um desejo de te estrangular, ali naquele seu estado de felicidade, não suportava ver a sua vida e a minha ir embora e quando você se machucou feio e seus pais se desesperavam para que não tivesse acontecido algo grave. Haha quem tu acha que era sua dor? Sua amiga que batia de noite quando vinha a depressão e você só queria chorar, era eu sempre.

Eu fui me acostumando aos poucos a conviver assim,  no meu mundo de podridão e solidão,  precisava de alguém, um companheiro, não estava sozinha nesse alojamento, encontrei outras almas perturbadas, elas me disseram tantas coisas de tantos outros, não era a única.

- Era pra ter sido eu, não acredito tanto tempo esperando aqui meu único sossego era estar lá, como odeio aquele menino

- E eu então? Desgraçada meninas, gémeas, duas chances em uma e eu não fui escolhida, que elas sofram eternamente como eu sofro por não poder viver

Essas conversas me acalmavam um pouco, por descobrir que havia outros igual a mim, os mesmos motivos e decepções, mas toda vez que via sua alegria, seus olhos saltarem ao poder se aventurar pela vida, minha raiva acumulava, comecei a entrar no seu mundo.

Seu suor ao acordar de um pesadelo, eu me deliciava nesses momentos de prazer, fiz seus pais morrem tantas vezes enquanto sonhava, ou quem você gostava, seu amor, tivesse te abandonado, eu ampliava sua imaginação, lembro-me que ia dormir tarde com medo de sonhar e quando sonhava só queria acordar.
Meu outro vício, era tirar sua atenção, olhe bem agora os carros, as motos quase te atropelaram uma vez, pois estava pensando em outra coisa e por um triz não ocorreu o pior ou o melhor do meu show, mas tu era forte e muito, e eu sempre fraca, fraca.

Se me conhecesse, saberia que eu sou uma pessoa boa, mas se estivesse no meu lugar entenderia tudo. Era pra eu ter nascido no seu lugar, nossa mãe te deu a luz e não a mim, e todos aquelas almas perturbadoras são assim, nunca parou para pensar o que há depois da vida? Tenho certeza que sim, mas pense mais um pouco e o que tem antes da vida? 

Te digo que somos nos que não nascemos e agora só podemos esperar reecarnação, o que demora tanto tempo para ocorrer, é difícil nossa situação, somos escolhidos a esperar ou viver como anjos, mas anjos não podem viver ou apreciar o gostinho que é ser humano, enquanto nossas vidas não vêm, só nos restar se divertir com o que poderia ser nosso, o que poderia ser a gente em seu lugar, porém não nos resta alternativa a não ser atormentar vocês para que possamos nos tranquilizar em nossas lamentações

By: Cérbero

segunda-feira, agosto 16, 2010

Eu estava...

Eu estava em um automóvel na rodovia a uns 170km/h, estava dirigindo fazia quatro horas sem descansar, nem mesmo parar em algum posto para me alimentar ou abastecer o carro, sabia que precisava dormir, meus olhos não aguentavam mais ver o asfalto as linhas amarelas, os pesados e compridos caminhões que ficavam para trás toda vez que os ultrapassei , eu lutava contra o sono com minhas dores nas costas por estar muito sentando, em minha frente havia um camionete, em seu vidro traseiro estava escrito "Se sogra fosse boa, pobre não tinha". Que pessoa mais ignorante, pensei ao ler isto, só sei que queria passar aquela camionete, firmei as mãos no volante e acelerei, um caminhão avançava em minha direção, precisava pegar o lado direito da pista, o veiculo estava muito próximo, não tinha espaço para desviar, tentei manobrar o carro para ir no acostamento, mas foi tarde a colisão foi fatal...

Eu estava feliz, era aniversário do meu amiguinho, ele completava felizes 7 anos,  haveria festa em um clube, lá haveria salgadinhos, bolo, bola, diversão, piscina, estava muito ansioso, chegando ao clube fui logo comprimentar o aniversariante, ele tinha recebido muitos presentes, mais do que a minha festa, isso me deu um coceira irritante por dentro, uma inveja talvez, jogamos bolas e suamos até, hora de pular na piscina. Eu naquela idade em que a maioria dos meninos não vê a diferença dos sexos, eu já admirava as meninas vestidas em roupas de banho, algumas já estavam formando peitos, apenas apreciava muito isso, como era bom viver, brincamos de ver quem nadava mais rápido. Mergulhei para ganhar tempo, mas cometi um erro grave ao colocar minha pequena perna no buraco da piscina que suga a sujeira e por meu azar estava ligado, comecei a tentar me soltar desesperadamente, não conseguia, aquilo meu puxava muito forte, me faltava ar, eu precisava respirar, quando a ultima partícula de meu corpo cansou de procurar ar...

Eu estava em casa, quando tudo aconteceu, minha namorada assistia ao jogo de futebol do campeonato brasileiro comigo no domingo, ela era São Paulina e eu Palmeirense e por coincidência era nossos times que estavam se enfrentando, ouvimos um barulho estranho vindo da porta do quintal, vozes, sons de passos, não estávamos sozinhos, arrobaram a porta, nos renderam, erão três homens com a camisa improvisando um capuz e o corpo cheio de tatuagens, deviam pertencer a alguma organização do crime, nos amarram e nos trancaram no quarto, queriam dinheiro, moveis, eletrônicos, possivelmente para alimentar o tráfico de drogas, quando havia passado algum tempo, percebemos que estávamos sozinhos, as amarras foram bem dadas, não havia como se soltar nos pés, muito menos nas mãos, sentimos um cheiro de fogo, os canalhas atearam fogo em nossa casa, o cheiro era intenso e o calor mais ainda, será que iríamos sobreviver? Acho que não o fogo já formava um circulo entre nós, pelo menos eu morrerei ao lado do meu amor, mas que tristeza quando eu pensava em a pedir em casamento, era nosso fim assim consumidos pelas chamas nosso amor ficou...

Eu estava  no auge de minha carreira como professor da faculdade de psicologia, ganhava bastante, os alunos gostavam muito de mim, minhas aulas procurava sempre acrescentar lições para aprender sempre a lidar com a vida, mas não consegui lidar com a minha, quando descobri que tinha câncer no pulmão, fiz seções de quimioterapia, não adiantou, tiveram que retirar meu pulmão esquerdo antes que atingisse o direito, depois de um mês da bem sucedida cirurgia, o câncer não foi aniquilado totalmente, ele havia subido para minha cabeça, as dores eram horrives, minha cabeça iria explodir, meu corpo gritava de desespero, morfinas e morfinas para amenizar a dor. Lembro das visitas dos meus parentes e alunos queridos, os vias com olhares tão angustiantes e tão cheios de lágrimas, nada adiantou chorar, minha doença havia me vencido...

Eu estava tão cabisbaixo, tão decepcionado, tão sem amigos, tão inseguro, tinha sido demitido, com a crise, os Estados Unidos estava bombando na produtividade, mas a bolsa de valores quebrou, quem era rico ou estava muito bem de vida, passou a ser pobre, assim como eu, lia nos jornais as manchetes que falavam do aumento do número de suicidas devido a recessão econômica, não podia mais viver sem dinheiro, faltava tudo alimento, oportunidade, como iria agora sobreviver? Só me restava ser mais um índice nas estatícas de suicídios, não encontrei melhor maneira de fazer isso do que a forca, quando comprei três metros de rolo na loja, eles já sabiam e me perguntavam se valia a pena? Tentavam fazer me mudar de ideia, mas eu estava certo do que iria fazer, enrolei a corda em volta do pescoço dei um nó bem firme, subi na cadeira e amarrei a outra ponta na viga de madeira do teto do meu quarto, sem nem pensar em desistir, pulei da cadeira, minha sorte é que não precisei agonizar por minha morte, pois o choque havia quebrado meu pescoço...

Eu estava, cansando mais um dia da semana chegando ao fim, a rotina do dia já me entediava, queria agora apenas chegar em casa, tirar a roupa, tomar um banho e relaxar, fiz tudo isso e depois entrei no mundo globalizado através do computador, que tanto adorava, já me loguei nos principais sites de relacionamentos e meu messenger já estava piscando laranja, comecei a pesquisar na internet e achei um blog de contos de terror, estou lendo um conto estranho, várias mortes, percebo o quanto isso é mais estranho ainda, e vejo que não estou sozinho, olho para trás... e nada, penso em desligar o monitor para ver se a tela preta do monitor mostraria alguma fantasma ou algo assutador, mas nada apenas um rosto que continua vidrado na tela, o meu próprio rosto, mas espera há mais alguém ali, uma aparição com capuz negro com uma caveira no lugar do rosto e uma foice em uma das mãos, eu sabia quem ela era, a própria morte. Não podia ser, não deveria morrer, ela também sabia disso, mas já me olhava me avisando que um dia ela iria me beijar em qualquer esquina que a topasse com a dona morte




By: Cérbero

domingo, agosto 08, 2010

Eu sei, elas também me perseguem.

Não deveria te contar, mas alguma coisa está me perseguindo, não é o que você está pensando, nenhum monstro ou alguém me espionando, me seguindo na rua ou algo do tipo, mesmo porque monstros não existem, são historinhas que contam para crianças não dormirem, também não é nenhum espírito ou algo do além.

Tudo começou quando cheguei de uma festa, era uma festa fantasia, todo mundo se divertindo, tinha ido de capeta, lógico meu personagem preferido, todo mundo tem medo, me sentia do mal, um psicopata, todos me olhavam vidrados, outros achavam engraçado e diziam "e ae satã como vão as coisas..", comecei a puxar conversa com uma menina que tinha ido de diabinha, me subiu uma sensação gostosa no corpo, sentia testosterona fluindo em mim esta noite, era a noite. Tudo estava lindo e maravilhoso, foi ae que aconteceu, tivemos relações, fomos para sua casa, ela me conto antes de eu ir embora, que tinha um fetiche enorme pela dor, eu não gostei daquilo achei estranho fiquei pensando que menina mais doente.

Alguns dias depois, indo ao bar muito popular de minha cidade, encontrar os bons e velhos amigos de conversa, ela estava lá, no meio deles, eles me falaram que ela estava me esperando, fomos conversar em um lugar mais privado, no estacionamento do estabelecimento, ela me contou que havia planejado uma noite imperdivel para mim hoje, que seu fetiche iria realizar-se, eu disse que gostaria de ir, mas nada com sessões masoquistas, ela insistiu, falou que iria ser coisa leve, brincaderinhas picantes, como pequenos beliscões e alguns tapinhas de leves.

- Tudo bem minha diabinha, vamos apimentar essa noite
- Você não vai esquecer essa noite, ela vai entrar em sua mente e te perseguir
- Então vamos começar nossa sessão de pecados

Fomos desta vez, para um lugar isolado, uma casa abandonada, que pertencia segundo ela a seu pai que agora jazia morto. Não me explico o motivo da sua morte, mas que eu me sentia estranho com tudo aquilo, não há como relatar. A porta da frente dava para um salão enorme, havia uma escada que conduzia para um quarto, no quarto como suspeitava havia varias ferramentas de masoquistas, chicote, correntes, grilhões, uma cama havia lá no fundo e o que me chamava atenção era velas negras dístribuidas em cada ponta das estrelas de um pentagrama que estava desenhado no chão, justamente embaixo da cama.

- Não se assuste, eu não sou má, faz tudo parte da nossa noite diábolica, meu amor

Deitamos, um em cima do outro, ela me conduziu em uma noite louca, mágica, me algemou, me fez carinhos pelo corpo inteiro, passou sua língua devagarinho por minha face, fez pequenas marcas de mordidas em meu braço, me despiu violentamente com suas unhas, estava tendo suspiros de satisfação, nunca pensaria que poderia ter prazer em estar em uma situação submissa.

A orgia rolava sem parar, não lembro que horas erão, mas acordei sobressaltado, pupilas regaladas, onde estava? Ah sim, ali estou algemado na cama ainda, mas cadê minha diabinha?  Por sorte as algemas erão falsas e consegui me soltar, sai em sua procura, encontrei-a no quintal, lá havia algumas laranjeiras e ela estava ali plantando

- Oi minha satãzinha, que está fazendo? Porque não me acordou antes?
- Ah amor estou plantando nossos filhos. Desculpa não ter avisado, mas eu sou diferente de você, obrigado por realizar meu desejo.
- Como? O que? Filhos? Diferente?
- Sim, eu peguei seu esperma, e agora estou plantando junto a essas sementes que foram do meu pai, e agora crescerão e nascerá nossos amores, eu sei não me olhe assim, já disse sou diferente, deixe me contar toda a verdade.
- Espere, isso está muito estranho, melhor acabarmos por aqui.
- Não vá, é muito importante para mim te contar isso
- Tudo bem, que seja conte logo, antes que eu mude de ideia

Seu pai era do exército, lutou em guerras para defender seu país, foi em uma batalha, que se escondeu em um túnel, achou um cómodo em que havia uma mesa com uma caixa em cima, que continha um saquinho de sementes e um bilhete que dizia: "para aqueles continuarem a linhagem do imperador das trevas, basta plantar essas sementes com a sementes do homem que teve relações com uma virgem"

- Meu pai foi um idiota ao acreditar nessa bobagem, jurou que iria me proteger e que faria isso se concretizar, mas eu não dava importância, até que ele morreu, me sentia culpada por isso, e sei que tenho um objetivo a cumprir, e graças a você, isso pode se tornar póssivel
- Bom está tudo muito interessante, mas preciso ir.
- Pode ir, sei como se sente, acha que sou louca, doente, paranóíca, tudo bem, obrigada

Alguns anos se passaram desde então, tinha esquecido dessa bobagem toda, que garota mais maluca e doente. Mas em uma tarde de Junho, passeando pela cidade, passo em frente aquela casa, começo a lembrar de tudo, e notei que uma árvore crescia lá nos fundos, por algum instinto eu precisava ver aquilo de perto.

Arrombei a porta e fui direito ao quintal, lá estava a árvore, seu tronco era vermelho, suas folhas douradas, e estava florescendo, suas flores lembravam rosas a não ser pelo fato de que das rosas saiam dedinhos, iguais a de recém-nascidos.

- Papá
- AHHHHHHHHHHHH!!!!!

Havia uma criança do meu lado, ela não era normal, tinha olhos vermelhos e sua testa tinha dois buracos que cresciam chifres, corri desesperado, queria esquecer tudo aquilo, precisava de uma bebida urgentemente.

- Aonde pensa que vai? - minha diabinha estava parada na porta de entrada voltada para mim - Você viu como nosso filhos estão lindos? Mas para crescerem e serem fortes como o senhor do submundo é preciso de sacrifícios, e elas precisam de você para comerem de sua carne e beberem de seu sangue.
- Sua louca doente, saía da minha frente AGORA!

Ela veio em minha direção com uma adaga na mão, eu fui mais esperto, desviei de seu ataque, peguei seu braço e o reverti em sua direção, fazendo a morrer com seu próprio golpe, corri para sair dali, escapar de tudo aquilo, enquanto ouvia mais crianças chegando em minha direção gritando "papá".

Fui viajar, morar longe daquela cidade, esquecer novamente de tudo isso, mas não adianta toda noite elas vem me perseguir em meus ouvidos: "papá estamos com fome, venha nos alimentar", sei que não posso abrir os olhos, depois que pego no sono, pois sei que estarão em cima de mim me mordendo, me mutilando, se alimentando, mas eu acordo apenas com dores internas e pequenas marcas de mordidas e feridas

Já estou acostumado, sei que meus pesadelos só terão fim quando eu me oferecer para meus filhos, você pode achar que é mentira, mas para mim não é, elas me disseram em uma noite que enquanto não me ofereço elas vão buscar outros corpos para se alimentar, elas invadem os pesadelos das pessoas que estão sufocadas pela raiva da rotina e se fortalecem assim, ferindo e machucando para continuarem vivas. Você não se lembra como surgiu aquela mancha roxa ou vermelha em seu braço ou perna? Eu sei, elas também me perseguem




By: Cérbero

terça-feira, agosto 03, 2010

"Mulher encontrada morta, vítima de tortura doentia

Era por volta das 14:00, não havia almoçado, meus olhos ardiam, uma dor de cabeça começou a me incomodar. Só queria estar de volta para casa agora, não sei o que ele quer de mim, lembro-me como tudo começou.


Foi em uma sexta-feira depois de ter tido aula de desenho, como é costume meu voltar a pé, para casa depois da aula, fiz isso, sempre pegava o mesmo caminho, mas foi nesse dia que uma das ruas estava interditada. Havia várias máquinas ali por perto e por causa do pó que elas faziam, já que sou alérgica, peguei a rua de cima, e já começava a escurecer e ainda faltava alguns quarteirões para chegar em casa. Então andando ali, não senti nada de estranho até que um susto e um grito abafado meu, cortaram o ar e me virei rapidamente tentando lutar, me soltar das garras de um jovem encapuzado, me amarrou, me calou me vendou, sem sentido e sem visão do que acontecia, meu coração palpitava, não entrei em tristeza no começo mas de raiva, muita raiva, um ódio incontrolável me tomava, mas a tristeza cresceu mais, fui vencida, derrotada e esperei pelo melhor.


E aqui estou, não faço a mínima onde estou, mas esse lugar cheira a gasolina, a álcool. Ele vinham sempre às 12:00 me oferecer uma pasta de creme de milho ou seja lá o que for, mas eu não comia, como lhe disse era por volta das 14:00 e meus olhos ardiam, ele havia tacado gotas de limão em minha retina, porque eu recusei meu apetitoso almoço, às 18:06 era a hora do diabo, como ele gostava de dizer a mim, pois começava a sessão de tortura em meu corpo e a diversão para ele.


Não contarei seus métodos doentios de me torturar, isso nem mesmo eu quero lembrar, é horrível, recordo-me que morri asfixiada, quando resolveu depois de me violentar e me estuprar e não satisfeito me enforcar com o cardarço do seu ténis


Meu corpo foi encontrado há uma semana depois, descoberto em quarto de depósito de uma loja de posto de gasolina , é engraçado o que vi na hora:

- Hugo quando é que vão inaugurar seu posto?
- Assim que eu tiver a papelada toda, autorizando a abertura, mas vamos ver aquele depósito, devo ter deixado algumas garrafas de whisky por lá.
- MAS QUE MERDA É ESSA?
- QUE ESSA DOIDA FAZ DEITADA AQUI?!!!



Quando descobriram que eu estava deitada, com ferimentos no pescoço, e sem pulsação, ficaram mudos por alguns instantes, mas eu não fiquei, gritei tão alto, mas eles não ouviam, lógico eu estava morta, queria que eles soubessem quem fez isso comigo, jurei que iria procurá-lo, mesmo não conhecendo seus rosto, pois toda vez que o via em vida ele estava usando uma  máscara de porco.

Eu não desisto, e quando achar ele talvez seja bom ele não ter medo de assombração, ou de pesadelos ruins, pois eu lembro de sua voz e seus gemido de satisfação, isso me motiva a te procurar e a te ouvir toda vez que estiver se divertindo da desgraça de outro, pois eu havia recusado o caminho da luz para te caçar, te assombrar até ver sua cara de medo diante da face de sorriso endiabrado do diabo.


  

by:
Cérbero